As pessoas ainda querem ler histórias longas, mas bem contadas

As pessoas continuam interessadas em ler histórias bem contadas sobre pessoas, com enquadramento e contexto, mais do que notícias de última hora. Lois Beckett, uma das jornalistas do projecto americano Propublica, sublinha que mesmo nos ipad e iphones, as pessoas estão “sequiosas” por histórias longas, mas que sejam bem contadas. Beckett foi uma das oradoras da Conferência dos 20 anos da TVI, que se realizou terça-feira no ISCTE com o tema “Como vai ser o jornalismo nos próximos 20 anos?”.

A Propublica é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao jornalismo de investigação que ganhou já vários prémios e com um trabalho mais focado no jornalismo digital.

Lois Beckett, que respondeu a perguntas de três directores de informação: Paulo Ferreira da RTP, Ricardo Costa do Expresso, Barbara Reis do Público, e de Paulo Salvador da TVI, defendeu a aposta nos jornalistas programadores que possam trabalhar a informação do ponto de vista editorial, mas também digital.

A jornalista americana reconhece que há muito mais interesse sobre as histórias das celebridades do que notícias sérias. Mas mesmo no papel, há uma grande apetência por contexto e enquadramento focados no elemento humano e por artigos que respondam a questões simples sobre as notícias do dia. Ana Suspiro

Acompanhe aqui em directo a conferência da TVI.

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